Sobre Amar
Outrora, pensei no quanto amores podem dar errado ou certo. As vezes, o amor não é o suficiente para fazer com que tudo dê certo. Você pode muito amar alguém, e esse alguém te amar de volta, mas quando não há aquela reciprocidade na confiança, atitudes, cumplicidade… Bem, algo que levou anos para ser construído, pode desabar em questão de segundos. Mas o amor é só o grande alicerce, e esse alicerce precisa de mais que sua própria existência para ser fortalecido. Reciprocidade, equilíbrio, maturidade são tipos de “fermento” que vão dando forma àquele alicerce. E quando se tem todo o necessário, nem a maior das tempestades vai desmoronar todo o amor que se formou. E a grande verdade é: o amor é uma coisa louca, o amor é para os loucos, para os amantes, perdidos, encontrados, o amor é para todos… Mas isso não quer dizer que todos saibam amar, ou sabem, não dá para saber. O segredo (que aliás, nem é tão segredo assim), é saber colocar-se no lugar do outro. Como você se sentiria fazendo determinadas coisas? Doeria? Te faria feliz? Empatia, meus caros. Empatia. É o outro ser o que há de mais importante para você porque você sabe que é o de mais importante para ele. Saber compartilhar, dividir, ser um só mas sendo dois. Sem precisar ser uma metade que se completa mas um inteiro que auxilia. Somos todos loucos afinal, mas loucos conscientes.
@1st-march em parceria com @noctigeno
























