Cada um por um caminho veio, e todos se encontravam na mesma esquina, era inevitável passar por ali, daquele bar da mesma esquina, entre a rua Martins de oliveira e a Cândido martins, uma esquina que ficava meio fétida ao findar dos finais de semana devido ao grande movimento do bar, mas tudo era limpo na segunda de manhã e ao terminar da limpeza, exalava-se cheiro de eucalipto pronunciado no ar.
Todos vieram de uma matriz diferente, mas se entrelaçaram nas esquinas daquele bar que antes era fétido, cheirava mal e as paredes estavam com a tinta descascada, mas ao final do ano, já havia sido reformado com tinta de boa qualidade, tinta utilizada pelo Ercilho, amigo Ercilho, assim gostava de ser chamado, o quebra galho do bairro que prestava serviços a toda comunidade. Fez um bom serviço.
As pessoas saiam de suas casas, casas diferentes, eram até ruas diferentes mas se esbarravam naquela esquina com piso de ótima qualidade, era o bar do Senhor Márcio, aquele mesmo bar que era fétido e tinha as paredes descascadas devido ao tempo, onde os senhores da melhor idade tinham costume de se encontrarem para jogar bilhar, ninguém jogava bem, mas riam espontaneamente, porém esse bar já não estava mais ali, tinha dado lugar a um salão de dança, foi demolido, - uma pena -, o salão de dança permanecera, mas por pouco tempo, porque poucos se interessavam em praticar dança de salão, pois esta era a dança que se ensinava ali, nada mais.
As pessoas mais uma vez se esbarravam naquela esquina, quando saiam pela manhã de suas casas, passavam diante daquele esquina, e não havia mais bar, nem aulas de dança de salão, havia um prédio sendo construído, moradores haveriam de morar naquele local, era um prédio altivo, com generosos andares, haviam, agora, 3 elevadores; 1 geral, outro para serviços e outro exclusivo. O prédio permaneceu, até que as reuniões de condomínio surgissem, brigas, discussões, pouca presença, isolamento de muitos, e cumprimentos com sorrisos falsos pelas esquinas, agora do corredor principal daquele prédio moderno.
Todos vieram de uma matriz diferente, mas se entrelaçaram nas esquinas daquele bar que antes era fétido, cheirava mal e as paredes estavam com a tinta descascada, mas ao final do ano, já havia sido reformado com tinta de boa qualidade, tinta utilizada pelo Ercilho, amigo Ercilho, assim gostava de ser chamado, o quebra galho do bairro que prestava serviços a toda comunidade. Fez um bom serviço.
As pessoas saiam de suas casas, casas diferentes, eram até ruas diferentes mas se esbarravam naquela esquina com piso de ótima qualidade, era o bar do Senhor Márcio, aquele mesmo bar que era fétido e tinha as paredes descascadas devido ao tempo, onde os senhores da melhor idade tinham costume de se encontrarem para jogar bilhar, ninguém jogava bem, mas riam espontaneamente, porém esse bar já não estava mais ali, tinha dado lugar a um salão de dança, foi demolido, - uma pena -, o salão de dança permanecera, mas por pouco tempo, porque poucos se interessavam em praticar dança de salão, pois esta era a dança que se ensinava ali, nada mais.
As pessoas mais uma vez se esbarravam naquela esquina, quando saiam pela manhã de suas casas, passavam diante daquele esquina, e não havia mais bar, nem aulas de dança de salão, havia um prédio sendo construído, moradores haveriam de morar naquele local, era um prédio altivo, com generosos andares, haviam, agora, 3 elevadores; 1 geral, outro para serviços e outro exclusivo. O prédio permaneceu, até que as reuniões de condomínio surgissem, brigas, discussões, pouca presença, isolamento de muitos, e cumprimentos com sorrisos falsos pelas esquinas, agora do corredor principal daquele prédio moderno.
Ronaldo Antunes





